Mohamad's profileConheça a ti mesmo.PhotosBlogListsMore ![]() | Help |
Conheça a ti mesmo.A natureza da crítica não está na contra-posição preconceituosa de idéias, mas sim na analise, dos preconceitos, dos métodos e das conclusões da mesma. |
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August 02 Do lugar da filosofia no mundo atual.Há muito tempo a filosofia se tornou apenas um estudo da história da filosofia e o principal medo de Weber parece ter acontecido de uma forma tão sutil que nem ao menos percebemos ao certo: o pesquisador se separou totalmente do professor. De maneira que até mesmo suas careiras universitárias são diferentes, mesmo dentro da mesma área. Justificando parte disso, temos a consciência de que não é possível ensinar alguém a ser mais criativo, crítico ou analítico o suficiente para que se possa parar de fazer apenas analise da história da filosofia, a potencialidade filosófica vem de cada um e trabalhasse com ela como se bem deseja, mas ninguém está em um curso de filosofia por obrigação, ou por única opção assim como já foi, está por no mínimo interesse dentro do campo filosófico, entretanto o filósofo de hoje parece que vê a filosofia apenas como história da filosofia, como um curso para conhecer quem foram os principais pensadores para poderem citá-los em suas rodinhas de amigos e isso acontece de tal forma que o filósofo perdeu, quase que totalmente, sua utilidade para o meio social, onde no final das contas não sabemos mais qual o lugar dele no mundo globalizado. As ciências adquiriram independência através da filosofia, esta historicamente instigou tudo aquilo que rodeia o homem e com o nascimento do interesse focado e massificado de apenas algumas partes da filosofia, nasceram as demais ciências e destas demais ciências outras ciências, cada vez mais voltadas a uma técnica, a um ponto, se afastando cada vez mais das suas ciências de origem, assim se sucedeu com a matemática, a física e tantas outras. Ao questionarmos o lugar da filosofia hoje, temos de saber do como ela nasceu e ao vermos isso, independente das demais definições para filosofia, vemos que o seu papel sempre foi fazer a analise de um sistema desde os seus princípios fundamentais, até mesmo metafísicos, até o seu ponto mais alto e mais complexo e as demais ciências só se tornaram o que são quando perceberam que junto a técnica era necessário também analisar as bases, os fundamentos, do que estudava. Sendo assim, a física só se tornou uma ciência a parte da filosofia por conta da própria filosofia ter definido seus fundamentos e com isso seu campo de atuação e com isso a física pode então pensar em si mesma sem o intervenho da filosofia. Analisando por este lado e vendo que o objetivo da filosofia é estruturar o pensamento, vemos que a função da filosofia é de apenas analisar algo, dar seus fundamentos e a partir daí fundar uma nova ciência que resolverá e desenvolverá o conhecimento dentro desde novo campo. Assim também se deu com a sociologia do século XIX, por encontrar seu fundamentos, campo de atuação, ainda que por mais óbvio que fosse e toda a sua epistemologia, tornou-se assim uma nova ciência, fora da filosofia. Deste modo vemos que a filosofia era para ser desde o princípio uma ciência que cavaria sua própria cova, que se degeneraria em prol de todas as demais ciências, sendo assim uma ciência com data para morrer, ao criar a última ciência que faltaria para o mundo. E ainda vendo desta maneira, tudo que restaria ao final para um curso de filosofia seria fazer apenas história da filosofia e historiografia de algum pensador. Entretanto, apesar de hoje haver um campo de atuação técnico para tudo aquilo que um dia a filosofia criou, a filosofia ainda pode contribuir para as ciências criadas e recuperar o seu poder analítico de outrora. Assim como dito anteriormente, a filosofia sempre foi uma analise de sistemas, seja o sistema que for, e o mundo hoje nada mais é do que um conglomerado de sistemas, estes, criados pelas suas respectivas ciências. Está então o papel da filosofia reintegrar em seu campo de estudo todas as bases das demais ciências, para que se faça uma analise de todas elas e separar, o que o vício nos faz, o que é técnica do que é realmente fundamental para a ciência e distinguir, claramente, onde começa uma ciência e onde começa a outra, principalmente entre as ciências que são tão próximas da filosofia. Logo, o papel da filosofia está justamente na atuação do que sempre fez: analisar o que cerca o homem, ainda que coisas criadas por ele mesmo, e oferecer soluções aos seus problemas, fundamentar suas ciências e distingui-las. Porém a maneira de como isso será feito agora não é mais descobrindo e analisando fenômenos, e sim analisando as idéias de uma teoria com os fundamentos da ciência para a qual ela foi criada, é conhecer a técnica e ver se ela condiz com o seus fundamentos.
S.S.U.
M. Nagashima. Der Mann, die Legende.
Veja mapas e encontre as melhores rotas para fugir do trânsito com o Live Search Maps! Experimente já! July 25 O ying/yang, o cartão de crédito e o demônio.Certa vez ouvi uma catequista dizer que o simbolo do ying/yang, a estrela de seis pontas, o cartão de crédito e diversas outras coisas eram todas obras do demônio. O que mais me surpreendeu nisto, foi que os ouvintes dessa catequista ficaram chocados com essa afirmação, não por não saberem que era coisa do demônio, mas por achar aquilo que ela estava falando uma tremenda besteira: se é uma tremenda besteira, porque estavam lá para escutar isso? Graças à globalização, qualquer coisa exercida em excesso que não seja da própria globalização, passa a se tornar algo mal visto pela população em geral, claro que estou tratando aqui das populações de centros urbanos. Outra vez ouvi uma mãe de queixar com uma catequista por ela dizer que usar camisinha é errado, ora, usar camisinha é errado para o pensamento judaico-cristão, então o que queria essa mãe, que o cristianismo se atualizasse de acordo com o seu desejo? O grande problema causador deste choque, é que as pessoas associam em demasia o conceito de bom ao conceito cristão: tudo o que é bom está no cristianismo. E pensando desta maneira, e tendo ciência de que existem doenças sexualmente transmissíveis, mas que a segurança está na camisinha, então o preservativo passa a ser o certo, e ao mesmo tempo o “bom”, entretanto o cristianismo não é mutável o suficiente para isso, e para piorar as coisas, o “Pai” não é paternalista. Outro bom exemplo disso foi uma entrevista que ví com um padre, onde ele dizia que suicídio não era mais um pecado para a igreja, sendo que ele é até hoje, ou seja, a sociedade compreende o suicídio como apenas um fenômeno que carece de entendimento, a igreja não, e isso faz o choque entre o que é bom para a sociedade e o que é bom para o cristianismo. Em geral, o que é bom para o cristianismo está cada vez mais se afastando do que é bom para a sociedade em geral, afinal de contas não vejo mais nenhum bom cristão queimando um touro em nome de deus, ou apedrejando sua esposa por usar roupas de tecidos diferentes. O que falta a sociedade entender, é que o cristianismo não é “bom”, ele é isso que nos diz a biblia, ele não é mutável, e as coisas que compreendemos e que nos são boas, como pesquisas com células tronco, não são boas para o cristianismo e por conta disso, sempre haverá essa disputa que aos poucos acabará por sufocar os fiéis até o ponto onde a igreja será esquecida, como um simples delírio da sociedade, ou se transformará, ainda mais, em um retiro de final de semana antes do futebol. S.S.U. M. Nagashima. Der Mann, die legende. _________________________________________________________________ Conheça o Windows Live Spaces, a rede de relacionamentos do Messenger! http://www.amigosdomessenger.com.br/ May 29 Tratado da emenda do relacionamento.Introdução.
Procuro neste texto falar apenas sobre alguns pontos do relacionamento, portanto pode parecer ao leitor que busca uma visão mais ecumênica que este texto tem uma visão única e disciplinadora de relacionamento, no entanto não é essa a imagem que se quer passar. Falo apenas de alguns pontos do relacionamento, pois vejo que nos demais o assunto se torna muito mais singular, pessoal, e do qual não se adianta procurar uma definição universal. De todas as coisas trabalhadas pela modernidade está é, com certeza, a mais desgastada a com mais conteúdos, contudo é ainda uma grande dúvida para a sociedade; apesar de tantos terem trabalhado por cima deste tema, poucos apenas realmente entraram a fundo dentro dele, e dos que entraram, ou entram, saem com conclusões negativas, onde acabam por exterminar o relacionamento ou colocam como algo estritamente profissional, onde ele se parece mais com um convívio entre gerentes de empresas. Do senso comum se tem a velha história de que antigamente os casamentos eram feitos por amor, ou que os casamentos religiosos eram mais duradouros, porém podemos ver que isso não é verdade, tanto um quanto o outro, não há nada de qualitativo em um casamento religioso que o torne mais duradouro do que um casamento não religioso; e o casamento antes da modernidade não se passava de uma celebração da união de forças, reinos, famílias etc. Ainda sobre o casamento religioso, vê-se que na realidade ele é mais um processo de escravização da mulher ante o marido do que efetivamente uma união de duas pessoas. De qualquer forma, o conceito moderno de carinho, amor e afeto no casamento é relativamente novo ao próprio casamento, a modernidade hoje trabalha muito mais com esse ideal do que com a idéia de que o casamento seja um contrato, como já foi, ou um simples processo de fé, como também já foi. Claro que os casos especiais, mitológicos, e raras exceções não se encaixam nestas definições, estou me referindo aqui à visão comum de casamento que se tinha e que se tem agora. Isto explica porque o tema – amor, respeito e afeto no relacionamento – é tão trabalhado, já que é algo relativamente novo à sociedade, contudo, do que vejo, estas explicações falham, pois elas são, em algum ponto, deficiente e esta deficiência varia do ponto de vista que o autor toma para falar sobre o assunto; e quando tentamos traçar uma linha média entre as analises existentes, vemos que isso é impossível por em alguns pontos, fundamentais, se contradizerem ou se anularem. O motivo pelo qual isso acontece é que os autores que tratam do relacionamento não o tratam como se fosse um fenômeno independente a ser analisado, e sim, trazem bases externas a ele para traduzi-lo àquele sistema, ou seja, um autor cristão não irá analisar o relacionamento e ali criar uma ciência, irá analisar o relacionamento com todo o aparato cristão, assim como um psicólogo ou um sociólogo o analisaria com base nas suas ciências. O problema em se fazer isso é que sempre haverá partes do assunto não trabalhadas, mal trabalhadas, ou no pior dos casos, de soluções impraticáveis, como chicotear sua esposa em praça pública por usar roupas de tecidos diferentes. Junto a essas más explicações, está uma mídia dividida em duas partes: uma que publica um amor eterno no relacionamento, uma união mágica dada por motivos inexplicáveis, que se tem, por exemplo, todos os contos de fada; e do outro lado a que publica um relacionamento popularmente chamado de moderno, que sempre colocam profissão versus relacionamento, que tem, por exemplo, Shrek e diversos outros filmes. O problema do primeiro caso é justamente a ausência total de diálogo, as pessoas não conversam, não se conhecem, simplesmente se encantam, e ficam sob efeito deste encanto pela eternidade, tudo que fazem um pelo outro é independente dos seus gostos, pois é simplesmente gracioso. O problema do segundo caso é a falta de compreensão dos esforços de um para o outro, a falta total de encanto, carinho e apenas a visão do progresso profissional do casal, há diálogo, mas ele não é compreensível, afetuoso; junto a isso existe o medo de ser criativo, pela falta de graciosidade, as pessoas acabam por fazer sempre o gosto da outra, pois esta agora pode reclamar, e reclamar muito, ou seja, a idéia do diálogo se torna muleta para infinitas críticas, reclamações etc. Há ainda alguns raros casos em que a mídia mostra um relacionamento equilibrado, muito próximo da perfeição, mas que tragicamente é finalizado por alguma força maior, dando a impressão de que um amor perfeito é, em qualquer caso, impossível.
Do diálogo.
Eu digo que não há uma conspiração transcendental, universal ou influencias zodiacais sobre quaisquer relacionamento, e que há uma forma boa para se lidar com qualquer relacionamento entre casais, e essa forma não parte da analise de outros sistemas para com o relacionamento, e sim do relacionamento para os demais sistemas, é uma analise do relacionamento em si, do como ele verdadeiramente é, o que o compõe. De antemão aviso que assim como para ter uma boa carreira profissional é necessário trabalho, empenho e paciência, para se ter um bom relacionamento são necessárias as mesmas coisas, claro que de forma diferente e, além disso, para que este relacionamento seja algo inovador, é necessário criatividade, o que de certa maneira acaba por misturar e englobar diversos tipos de trabalho. O meu objetivo não é o de ensinar bons tratos, maneiras de se comportar etc., mas sim de ensinar um método geral para todos os relacionamentos. A primeira questão a ser refletida, mas que só será mais bem compreendida ao final do texto, é questionar-se “por que eu iria querer um relacionamento para mim?”. Para responder essa questão é necessário analisar diversas outras questões, a mais importante delas, vejo eu, é o crescimento humano que o relacionamento pode te trazer: ser um bom profissional te fará aprender mais obre sua técnica, se relacionará melhor com os membros da sua equipe e terá bons frutos, tanto materiais quanto científicos, o mesmo acontecerá, em suas devidas qualidades, se você for um bom estudante, um bom religioso etc. Logo, um bom relacionamento, te fará, de um modo geral, uma pessoa melhor, pois você estará exercitando nele as qualidades que você usufruirá nas demais atividades da sua vida, como a compreensão, entendimento, saber dialogar, ter controle sobre você mesmo, saber escutar e falar, digo isso porque o relacionamento é baseado em apoio, em todos os sentidos, a uma pessoa que está profundamente ligada a você, ou seja, ela, por excelência sempre te forçará a ser o melhor, fora isso, o exercício do bom diálogo, junto a uma auto-avaliação, é uma ótima ferramenta para a manutenção dos atos, dos modos, dos gostos, e essa própria manutenção em si o faz melhor adaptar para as condições que forem. Ou seja, mais a frente veremos que a base do bom relacionamento é a constante pergunta de: Como posso ser um ser humano melhor? Além desse sustento emocional, ainda há o progresso material do casal, há de se concordar que a aquisição de bens é bem mais fácil quando duas pessoas trabalham em prol disso. Tendo visto se o relacionamento para você é mais ruim do que bom, então o melhor a fazer é dedicar-se as demais atividades do que ao relacionamento, mas vendo-o como algo que será mais positivo do que negativo, então ai sim começa o trabalho dentro do relacionamento, começando sempre pela parte mais difícil de trabalhar: Nós mesmos. Assim como já dito anteriormente, a grande maioria dos relacionamentos são infrutíferos pelas pessoas utilizarem bases religiosa ou científicas dentro do relacionamento, isto acontece pelo fato de as pessoas terem contato primeiramente com essas ciências, em sua educação, antes de ter contato com o estudo do relacionamento, claro que isso é um processo natural de educação do ser humano, porém, as pessoas já vêm com idéias totalmente formadas a respeito da maioria dos assuntos, seja com base científica ou religiosa, e não estão dispostas a discutir essas idéias dentro do relacionamento, e assim são formados os “tabus” dentro do relacionamento, justamente pelas pessoas não quererem trabalhar as próprias opiniões. Sendo assim, nós temos de trabalhar nossas idéias, opiniões com a pessoa com quem iremos conviver sempre, pois assim sempre haverá um conhecimento mutuo de um do outro, uma explicação, um crescimento pessoal através disso. É necessário, também, um constante monitoramento sobre a maneira de como estamos tratando os assuntos com a outra pessoa, pois às vezes, de maneira até mesmo inconsciente, ao invés de dialogar, se impõe à opinião ou a idéia sobre a outra pessoa, ao percebemos que estamos fazendo isso, é muito importante pararmos na hora, desculparmos e retomar a discussão em si, porém ao pensar nisso, é importante discutir um outro ponto: O orgulho. Claro que nenhuma pessoa gosta de admitir que está errada, mesmo nas mínimas questões ou aquelas que estão totalmente além do alcance dela, e eu não estou aqui para hipocritamente dizer que nós devemos fazer isso sempre, mas sim de fazer isso sempre em nosso relacionamento, claro que isso não é desenvolvido de uma hora para a outra, e há também de se ter o bom senso da outra pessoa, ao vermos que a pessoa está vendo que está errada, não é certo fazer piadinhas, ou se achar superior por conta disso, se feito isso prejudicará o desenvolvimento dessa pessoa. É importante observar que não é pelo fato da pessoa admitir uma vez que está errada, que ela estará errada em todos os casos passados e que estará em todos os casos futuros, este é um tipo de preconceito comum, que é por vezes feito até mesmo de maneira inconsciente, quando começamos uma discussão com um pensamento subestimador da pessoa. A respeito do erro, em geral ele é feito por conta da falta de observação de um detalhe, ou da interpretação equivocada de um detalhe, logo, é importante que nós expliquemos o máximo de “por quês” que pode haver em uma questão. Pelas observações que faço o problema do orgulho é mais comum de homens para mulheres, e o principal motivo de incompreensão, porém uma mulher orgulhosa é muito mais difícil de lidar do que o contrário. Ter e sentir confiança é vital no relacionamento, sem isso tornasse impossível que as pessoas se abram, ou se sintam confortáveis para dialogar. Claro que quando discutimos sobre idéias sempre usaremos argumentos de seus próprios sistemas, e de certa maneira eles podem ajudar em algum ponto do relacionamento, porém é importante sempre ter em mente que a idéia não pode sobrepujar o relacionamento, ela deve ser adequada ao ato e situação. Além dessa questão, e inerente a ela, temos também de avaliar a maneira de como nos comunicamos com essa pessoa, assim como não falamos de mesma maneira com os nossos professores da maneira como falamos com nossos pais, não é de qualquer forma que falaremos com a pessoa com a qual convivemos, para com ela sempre devemos procurar um tom agradável, compreensível, cooperativo, que demonstre que você está lá para ouvir e falar de maneira agradável, por vezes há o pensamento de submissão ligada à maneira de falar, porém, não é pelo fato de uma pessoa não gritar, nem dizer palavrões que ela é submissa a sua palavra, lembre-se que a discussão não é um desafio, não é um afronto, e a outra pessoa não é a sua inimiga, a discussão está para o bem comum de ambos e não para a vitória de alguém. Achar uma maneira tão equilibrada de diálogo não é fácil, é um trabalho que depende do tamanho da compreensão e cooperação de um para com outro, essas são as qualidades universais, e para cada relacionamento elas serão atingidas de maneiras diferentes. Tratando agora do que se pode fazer, em atividade, pelo relacionamento, nós temos um amplo leque de coisas que são diretas ao relacionamento e coisa que não foram feitas para ele, mas que não há mal nenhum em utiliza-las. As pessoas em comum fazem, a grande maioria apenas no começo do relacionamento, aquilo que todos fazem, onde se inclui jantares, passeios, filmes etc., porém, por motivos inexplicáveis, param de fazer isso depois com um relacionamento mais avançado, fortificado e embasado. E ainda aqueles que fazem, costumam fazer apenas aquilo que todos fazem sem maior diversificação, sem maior criatividade, o que deixa aos poucos o ato perder o seu valor, não digo que as coisas tenham um número máximo de utilização, mas que quanto mais variáveis forem as atividades, em uma suposta repetição ela não perderá valor, pelo contrário, ganhará mais valor ainda. Logo, a chave para fazer das atividades especiais, está no uso da criatividade para sempre se buscar fazer algo inovador, utilizar de todas as ferramentas de algum modo para o relacionamento, e criar novas para que sejam utilizadas para ele. Acredito que dessas coisas a mais que podem ser feitas hoje, mais de 90% delas favorecem a comunicação do casal, principalmente com o uso da internet a favor do relacionamento: hoje é possível, por meio dela, mandar e-mails, cartões, blogs, recados etc., e mandar um bom e-mail, com uma boa formatação, de maneira criativa, alegre, só tem a valorizar o texto escrito, assim como mandar um bom cartão, com uma mensagem carinhosa ou, se tem a possibilidade, de fazer blogs com textos para essa pessoa, além de agradá-la, você estará valorizando as coisas maiores que podem ser feitas e já citadas acima. Sem esquecer ainda, que mandar cartas e dar telefonemas tem seu tom útil e romântico, por vezes as pessoas se sentem mais a vontade, e se lembram melhor, quando escrevem uma carta do que quando falam oralmente.
Do gracioso.
Apesar de todos os sistemas religiosos, contos e místicos em geral dizer que a graciosidade, a atração, é algo totalmente inexplicável, divino, ou coisas parecidas, digo que há uma forma de se compreende-lo em partes. Aquilo que não cresce está sempre fadado ao comum, aos poucos perde o seu valor e tudo que fazemos, inclusive o que foi citado acima, é para fazermos a constante manutenção e crescimento do nosso relacionamento e, para completar toda essa atividade, vamos finalmente falar do ideal de uma relação. Quando não há aversões ao novo, gostamos mais de um carro novo do que de um carro velho e o mesmo se dá a qualquer eletro-doméstico que tenhamos em casa; gostamos de fazer compras, seja do que for, pois estamos nos inovando, nos aprimorando materialmente; gostamos de ver filmes, peças de teatro, exposições, pois isso nos traz idéias novas, inovações para o nosso cotidiano. Gostamos, por exemplo, de uma geladeira nova, pois ela faz tudo que a outra fazia e ainda traz novas ferramentas e funções que nos auxiliam, de mesmíssima forma funciona um relacionamento, nós sempre nos inovamos para fazer o que fazíamos de maneira melhor e para fazermos coisas novas, trazemos novas e diferentes idéias justamente para a outra pessoa gostar mais da gente do que gostava antes. Nós conhecemos e fazemos cada dia melhor, inclusive nas vontades e gostos da outra pessoa, para nos tornarmos graciosos e é assim que o relacionamento tornar-se cada vez mais encantador, ou seja, é o conhecimento que temos do outro que tornam as nossas ações graciosas e nossas ações graciosas tornam o nosso relacionamento ideal. Sei que esta conclusão a respeito do ideal pode parecer utópica, porém ela é de natureza semelhante a paixão que o cientista tem em busca da verdade: apesar de saber que à verdade absoluta das coisas ele não vai chegar, é essa paixão, essa vontade, que o move em busca dessa verdade, e apesar de não alcança-la, ele sempre estará, na constante manutenção de suas formulações, cada vez mais próximo dessa verdade absoluta, ou seja, nós nunca saberemos como é ser o amante ideal, mas estaremos cada vez mais, mais próximo de sermos.
S.S.U. M. Nagashima. Der Mann, die Legende. Notícias direto do New York Times, gols do Lance, videocassetadas e muitos outros vídeos no MSN Videos! Confira já! April 28 Throught the fire and flames. - Dragon force.Através do fogo e das chamas. Em uma manhã fria de inverno,
April 21 Um ensaio sobre o capital 4 - Capitalizando o inimigo.O capitalismo é um sistema forte, pois ele lucrará até o último centavo enquanto ele existir. Em uma monarquia não se pode deixar veicular nada que suje a soberania do monarca, não se pode, por exemplo, veicular fotos intimas, ou bizarras do imperador japonês ou da rainha inglesa; assim como não se pode, de maneira muito mais rigorosa, deixar veicular qualquer tipo de informação dentro de uma ditadura. Em um país socialista não se pode deixar qualquer forma que lembre a idéia de capital, escambo, lucro e afins para que a ordem igualitária não seja abalada. Num sistema anarquista não pode haver grupos, partidos, amizades, casamentos ou qualquer coisa que transpareça a terrível idéia de que a “união faz a força”. E no capitalismo, o que não poderíamos deixar veicular, o que não podemos deixar vazar? Logicamente analisando, o que não poderíamos dentro do capitalismo veicular, seria toda obra ou material de natureza socialista, porém não é isso que acontece, afinal, qualquer um de nós pode comprar um livro de Marx ou a historiografia de Guevara. Então a pergunta é: Como conseguimos não estar a mercê de nosso vilão? E o segredo dessa resposta está justamente em que não discriminamos nossos competidores, pelo contrário, nós fizemos todo o seu marketing, divulgamos ele para todos os cantos, fizemos camisetas com o rosto do Che, vendemos e estimulamos mais livros socialistas, em fim, criamos uma nova tribo, mais um nicho de mercado: Os socialistas. O capitalismo pode e soube tirar lucros até mesmo daqueles que se dizem livres do capital: Vemos cotidianamente algumas pessoas que se vestem de forma extremamente relaxada, incombinante ao ponto de doer aos olhos; se vestindo assim elas acreditam que estão contra o sistema, ou simplesmente fora dele, por estarem indo supostamente contra a moda, e sem perceberem que são apenas mais um nicho de mercado, mais uma tribo, que consome através do capitalismo; talvez sua única diferença é que nem todos, talvez a maioria, não gosta efetivamente de usar este tipo de roupa, mas usa por pura fé de que com isso está exprimindo uma opinião diferente, uma opinião própria, sem ver que está também arrebanhado.
S.S.U. M. Nagashima. Der Mann, die Legende. |
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